Sobre as aparências e os teus princípios




"Se queres fazer progressos, não evites, no que toca às aparências, passar por lerdo ou insensato, nem queiras parecer sábio. E se alguém pensar que és importante, desengana-te. Sabe pois que não é tarefa fácil manter os teus princípios conformes à natureza e, ao mesmo tempo, manter as aparências.
De facto, quem com uma destas coisas se preocupa, forçoso é que descure a outra." 
in "Manual" de Epicteto 

Sobre a questão do Bem e o Mal


Crédito Fotográfico: Ibrahim M. Al Sayed

"A bondade é maldade transmutada pela força da evolução, e o Mal é o Bem caído na involução.
- O Bem e o Mal são, então, na sua essência, a mesma coisa?
- Por acaso pode haver duas essências absolutas? Podem coexistir duas forças absolutas? Tu sabes que não. O Essencial deve ser forçosamente Uno.
- Então, venerável irmão, são a mesma coisa o Bem e o Mal, as duas a mesma essência?
- A essência é una, todavia ela está além do Bem e do Mal, tal como os apreciamos no nosso presente estado mental. Ela está "por detrás", se me permites a expressão, de toda a manifestação. Isto, mal que pese aos mentalistas, que tudo querem reduzir ao inteligível e ao inteligente, é uma verdade evidente na Natureza, e a ascese mística confirma-o. O cão é manso e amigo do homem: nós chamamos-lhe bom; o leão, pelo contrário, parece uma encarnação do indómito e, se lhe for possível, despedaça e devora quantos seres humanos estiverem ao seu alcance: chamamos-lhe animal daninho, mau. Mas são, na realidade, seres bons e maus? Não será a nossa apreciação emotivo-mental pessoal que julga pelos factos externos, completamente "a priori"? O cão é bom para as suas vítimas, ou para os animais que despedaçamos a fim de alimentá-lo, para as peças de caça que entrega às mãos do homem? Por outro lado, é o leão mau para as árvores, as rochas, as mariposas?"
in "O Alquimista" de Jorge Angel Livraga

A transcendência do ser humano



"Os seres humanos não se conformam com a sobrevivência, têm necessidade de encontrar sentido naquilo que fazem e na própria vida. Se a existência de uma pessoa se reduz à simples sobrevivência, tal como acontece com um animal, pouco a pouco a sua consciência vai-se saturando de tanta intranscendência e é aí que aparecem estas patologias hoje infelizmente tão comuns: a angústia e a depressão."
Leonardo Santelices




A Vida para além da vida



Razão de viver

Um dia, enquanto escutava o coração,
Que dormia. Sem perceber o que sentir.
Sem entender. Nem sequer sorrir.
E a alma desacordada. Em solidão.
Enxergou em si uma força estranha.
Estupidamente insistente. Resistente!
Atordoava-lhe todos os sentidos. Rigidamente!
Como se se tratasse de uma simples manha.
Mas não, apelidava-se de viver.
E não possuía nada de concreto.
Bastava-lhe apenas existir!
E foi daí que surgiu o tal sentir:
Por cores e pessoas. Ou um objecto.
Uma bandeira e o que estiver para vir!

Helder Morrison

Fotosophar musicalmente com a respiração




A magia da fotografia com uma música de arrepiar...


Muitas vezes no nosso dia-a-dia somos invadidos pelo stress, falta de energia, desânimo e cansaço físico, psíquico e mental e sentimos necessidade de restituirmos o nosso bem-estar. 
No pouco tempo que por vezes temos em tão agitadas rotinas de vida, existe algo muito simples que podemos fazer para promover a nossa vitalidade, tranquilidade e harmonia. A respiração é uma das funções mais básicas do nosso organismo, sendo totalmente indispensável à vida, no entanto, poucos sabem recolher deste acto mecânico e inconsciente todo o potencial que nele existe.
Deixo-vos o desafio de se ligarem ao poder relaxante desta música e destas imagens para porem em prática a respiração que vulgarmente se exercita nas ginásticas energéticas orientais (tais como o Tai Chi, Chi Kung, etc), onde se combinam além da respiração, a postura e movimento para harmonizar o físico, psíquico e mental como um todo. Sigam os passos simplificados:

1) Colocar-se numa posição cómoda (sentado ou deitado) e relaxar conscientemente todos os músculos do corpo, eliminando todas e quaisquer tensões, mantendo a língua contra o céu da boca, e a coluna direita.
2) Inspirar profundamente pelo nariz, enchendo os pulmões até à sua máxima capacidade, empurrando assim o diafragma para baixo e dilatando a barriga nesse movimento.
3) Em seguida, na continuidade do movimento anterior, contrair a barriga, expulsando o ar de baixo para cima à medida que se expira, pelo nariz.
4) Repetir desde o segundo ponto. Sentir-se a inspirar a energia activa que existe em volta, ao passo que se expira a energia estagnada que expulsamos de dentro, concentrando o pensamento no movimento causado pela respiração.
5) No final do exercício, deve-se recolher o prana (energia vital do corpo, posta em movimento através da respiração) levando as palmas das duas mãos, uma sobre a outra, a um ponto dois dedos acima do umbigo, ao centro. 

Observação: Quem tiver problemas respiratórios ou mais sensibilidade ao exercício poderá eventualmente sentir-se tonto, devido à maior afluência de oxigénio no organismo face ao habitual. Isto é normal e indica que de facto podem e devem trabalhar mais a vossa respiração, passando de uma respiração superficial a uma bem mais completa, usufruindo assim de todos os benefícios que ela tem para vos trazer.

Boas práticas!


O medo, uma constante da vida


"O homem não se liberta do medo em nenhuma idade da sua vida; assalta-o quando criança, no seu próprio berço envolto na obscuridade; oprime-o na adolescência através de mil dúvidas e frustrações; tortura-o na juventude sob a forma de antinomias, ou seja, as tendências entre a carne jovem e o espírito que reclama pelo que lhe pertence; consome-o na maturidade vendo os seus sonhos quebrados como pássaros de cristal que deploram as próprias mãos que os levantaram; e preenche a sua velhice com os fantasmas da morte próxima e do conhecimento do seu destino, se é que o tem.  
O importante não é não ter medo; mas sim evitar que o medo nos possua a nós. O homem deve ser senhor até das suas debilidades."    
Jorge Angel Livraga in "Pensamentos de JAL "     

O ecletismo: a posição mais sábia


"The Choice", Corrado Saurin

"Chama-se ecletismo à posição filosófica, que sem objectar à priori coisa alguma, as analisa e contempla, as compara e relaciona, na procura da melhor delas, para destacar finalmente a mais qualificada como digna de aceitação."
Jorge Angel Livraga in "Pensamentos de JAL "     



O que diferencia o diferente



Diferente não é quem pretenda ser.

Esse é um imitador que ainda não foi imitado, nunca um ser diferente.

Diferente é quem foi dotado de alguns mais e de alguns menos em hora, momento e lugar errados para os outros. Que riem de inveja de não serem assim. E de medo de não aguentar, caso um dia venham a ser. O diferente é um ser sempre mais próximo da perfeição.

O diferente nunca é um chato. Mas é sempre confundido por pessoas menos sensíveis e avisadas. Supondo encontrar um chato onde está um diferente, talentos são rechaçados; vitórias adiadas; esperanças mortas.
Um diferente medroso, este sim, acaba transformando-se num chato. Chato é um diferente que não vingou.

Os diferentes muito inteligentes percebem porque os outros não os entendem. Os diferentes raivosos acabam tendo razão sozinhos, contra o mundo inteiro. Diferente que se preza entende o porquê de quem o agride. Se o diferente se mediocrizar, mergulhará no complexo de inferioridade.

O diferente paga sempre o preço de estar - mesmo sem querer - alterando algo, ameaçando rebanhos, carneiros e pastores. O diferente suporta e digere a ira do irremediavelmente igual: a inveja do comum; o ócio do mediano. O verdadeiro diferente sabe que nunca tem razão, mas que está sempre certo.

O dever próprio de cada um

Crédito fotográfico: Robin Karim

"Mais vale cumprir o seu próprio dever (svadharma), ainda que de forma imperfeita, do que cumprir perfeitamente o dever alheio; é perigoso cumprir deveres alheios." 

Dharma é a ordem, a lei natural, o dever e a virtude. Svadharma é o dever próprio de cada um, a plasmação e aplicação do Dharma uno na multiplicidade de seres.
O dharma ou lei natural de um médico é diferente do dharma de um guerreiro, de um mercador ou de um artesão. 
A nossa realização pessoal faz-se pelo cumprimento do nosso papel como seres humanos na Vida: este grande palco no qual somos todos actores, onde temos a nossa máscara (do grego persona, de onde vem a palavra personalidade), temos as nossas circunstâncias (as nossas condições de vida, meio social e familiar, raça, época, civilização, etc) e temos ainda o nosso ser, que existe para além do corpo, das emoções e do pensamento, e que usa a máscara e as circunstâncias para representar o papel que lhe coube. 
É cumprindo esse papel e transcendendo-o que podemos trilhar a senda do desenvolvimento e da evolução, rumo àquele estado de libertação que no Oriente se designou como "iluminação". 
Na filosofia oriental, diz-se que o homem comum vive na ignorância das leis naturais e assim transgride-as, o que resulta em sofrimento e no reencarnar múltiplas vezes, buscando a experiência que lhe falta, purificando-se, até se libertar da roda da vida e da morte, atingindo finalmente o Nirvana, que significa literalmente "sair do bosque". É o sair da pluralidade, da desordem, da escuridão.
Ao cumprirmos o nosso próprio dever e não o de outro, ao percorrermos a senda que nos coube percorrer a nós nesta vida, ao vivermos as experiências que nos estavam reservadas e ao ultrapassarmos vitoriosamente as provas e desafios que a Vida nos coloca em frente para nos ensinar algo, crescemos por dentro e isso reflecte-se fora, nas nossas acções.



Fotografias famosas e seus autores - uma reflexão


Estas fotos seriam impossíveis de existir se estes fotógrafos repetissem um comportamento que hoje está totalmente disseminado na raça humana. O de viver alheado da vida, revivendo no seu mundo mental constantemente o passado ou criando ansiedades por vezes infundadas acerca de um futuro que almejamos ou tememos e que nos corta as asas para viver o agora, de maneira plena. Sim, é necessário rever o passado para aprender com ele, e claramente é necessário planear para podermos colher frutos num futuro, no entanto, a atitude insana a que me refiro trata-se de um pensamento circular repetitivo sobre cada um destes tópicos e que geralmente nos faz despertar emoções negativas: ansiedade, tristeza, dor, incapacidade, etc. É a este comportamento interno que me refiro e que deve ser abolido para vivermos o presente.

Quando assim vivemos, não prestamos atenção ao nosso entorno: ao que nos dizem, ao que acontece, aos pormenores do espaço que nos rodeia, em caso extremo ainda incorremos cair em algum buraco na rua se formos demasiado distraídos ou tropeçar em alguém. Este é um problema de excesso de egocentrismo (viver centrado no ego), onde os nossos processos mentais e emoções decorrentes deles nos absorvem toda a atenção e nos invalidam de nos podermos ligar genuinamente à vida, criarmos relações interpessoais ricas, termos uma boa memória e concentração, etc. 

Falando especialmente nas imagens que nos rodeiam, ao que acontece à nossa volta - foco da fotografia - podemos fazer dela uma espécie de terapia: algo que nos obriga a manter atenção em algo que não os nossos processos mentais, emoções, corpo... em suma, na nossa personalidade. Pode ser na verdade uma prática espiritual, uma meditação. Obriga-nos a viver o presente, a ver aquilo que acontece agora mesmo e aqui, faz-nos apreciar a beleza, a luz, as cores, a forma, as relações espaciais... e leva-nos para além disso, para aquele estado de contemplação que nos maravilha. Pode levar-nos a reflectir e a reter verdades que se encontram em todo o lado, basta saber olhar. Só é preciso estarmos atentos, concentrados, receptivos ao mesmo tempo que activos e dinâmicos. E assim se faz o "click".

É preciso saber criar um espaço dentro de nós onde conseguimos sentir essa paz de estar no silêncio da nossa mente a contemplar um momento, sem criarmos juízos de valor, preconceitos, antecipar coisas... É aqui, neste espaço interior, que temos contacto com aquilo que é a nossa essência, aquilo que jaz para além de todas as etiquetas que temos para nós mesmos sobre quem somos: relativas ao que fazemos, ao que temos, ao que gostamos, detestamos, ao nosso sexo, à forma como nos expressamos e também relativas ao outro. Neste silêncio apenas somos. Sem etiquetas, sem rótulos. E porque essas etiquetas variam no decurso da vida, esse "Eu sou" no silêncio de nós mesmos é na verdade o mais permanente e verdadeiro que podemos conhecer cá dentro. Mas é preciso conhecer, e para isso, fugir da loucura da humanidade dos mil pensamentos que giram constantemente e sem controlo na cabeça, da euforia emocional logo seguida de um período depressivo numa oscilação debilitante de emoções. É preciso calar todas essas vozes da personalidade humana que no fundo não são a nossa verdadeira essência, e assumirmos o controlo e a capacidade de pensar o que queremos pensar, sentir o que queremos sentir e manifestar para o mundo aquilo que realmente queremos e não o que os nossos impulsos momentâneos nos ditam.

Estes fotógrafos tiveram o dom de estarem atentos e registarem esses momentos que impactaram uma época e fizeram assim perdurar a história. Ainda que não tenham usado todo o potencial de estarem concentrados no presente, e ainda que o tenham feito inconscientemente pelo amor à fotografia, naquele momento viveram o presente e essa dimensão dentro deles que lhes diz quem são.

E tu, já fotosophaste hoje?


Douglas Kirkland e sua reprodução de Marilyn Monroe
Bill Eppridge e sua foto de Robert F. Kennedy depois de ser assassinado
Elliot Erwitt e a foto tirada em 1974 em Nova York
Brent Stirton segurando a foto tirada na República Democrática do Congo, em Virunga - o primeiro parque nacional da África.
Brian Smith - “A mágica da fotografia acontece quando você consegue imaginar o que acontece a seguir”

Jeff Widener segura a foto do “homem tanque” Tirada em 89

Harry Benson e a clássica fotografia dos Beatles tirada em Nova Iorque no ano de 1964


Karen Kuehn segurando a foto feita para uma edição da National Geographic


Lyle Owerko e a foto das torres gémeas sofrendo o ataque terrorista em 2001
Mark Seliger e a foto de Kurt Cobain que tirou para a Rolling Stone

Mary Ellen Mark segurando a fotografia tirada em 1990, chamada “The Great Golden Circus”
Neil Leifer e a foto da luta entre Ali e Liston
Steve McCurry e a famosa foto de Sharbat Gula - a mulher paquistanesa

Exposição em Coimbra - 15 de Novembro a 7 de Dezembro


Em comemorações do Dia Mundial da Filosofia, será inaugurada no dia 15 de Novembro pelas 21h, a exposição FOTOsophia - imagens de auto-conhecimento na escola Nova Acrópole Coimbra, sita na Rua do Brasil, 194. Esta exposição tem como tema Sri Ram, um filósofo que dedicou a sua vida à humanidade, tendo vindo a ser o quinto presidente da Sociedade Teosófica. As suas mensagens constituem um verdadeiro tesouro, elevando o ser humano aos ideais que espelham toda a sua verdadeira humanidade e que trazem a vivência da felicidade e da harmonia.

"Viver criativamente não é meramente criar algo a partir de uma comoção interna, mas recriar ou regenerar-nos, de forma a que possamos ser capazes de criar a partir de uma inesgotável corrente em nós mesmos." N. Sri Ram (1889-1973)

Deixo-vos aqui um pequeno preview, através das fotos da montagem e da preparação do espaço. Para os interessados, os conjuntos fotografia-pensamento estarão disponíveis para aquisição a preços muito acessíveis e teremos ainda a foto nº 7 (v."Porfolio") sujeita a concurso. Compre uma rifa por 1€ e habilite-se a ganhar! O concurso estará aberto até ao final da exposição e será posteriormente efectuado o sorteio e anunciada a rifa vencedora.
Poderão deixar também o vosso comentário no Livro de Honra da exposição, assim como visitar esta bela escola de desenvolvimento pessoal e conhecer o que ela tem para oferecer.
Espero pela vossa visita, a entrada é gratuita!










Fotografia: o símbolo de uma ideia


No início eram os Números, chamados de Década Pitagórica ou Tetráktis por Pitágoras, que afirmou: "Tudo são números". Platão deu-lhes o nome de Arquétipos ou Ideias Primordiais, que habitam aquele que seria, verdadeiramente, o mundo real: a mente pura e divina que é a essência de tudo. Estes Arquétipos, ordenados sob um princípio construtor, formaram por sua vez estruturas mais complexas.  
E assim projectaram uma sombra; plasmando-se em mundos cada vez mais densos, diferenciando-se. Nasceu então tudo aquilo que vemos ao nosso redor. Neste plano mais tangível e material, observamos as múltiplas imagens que conspiram para nos levarem novamente, quais símbolos de uma realidade esquecida, a redescobrir cada uma dessas Ideias Primeiras que vivem para lá das sombras - das aparências da ilusão deste mundo, aquilo a que os orientais chamaram de Maya. 

"A Evolução é a lei da Vida, O Número é a lei do Universo, a Unidade é a lei de Deus." (Pitágoras)

 O Arquétipo da Beleza, o mais apreciado em todas as artes, surge assim neste mundo sob a forma de uma estátua grega, um quadro de Monet, uma música de Wagner ou de uma paisagem idílica de um paraíso terreno. São inúmeras as expressões que um Arquétipo pode possuir, no entanto, ele é apenas e somente um, como a luz branca que se expressa nas 7 cores do arco-íris quando se refracta num prisma.

Monge construindo uma mandala
A imagem e no caso concreto, a fotografia, tal como uma mandala, tem a capacidade de nos levar, por intermédio de uma simples e estática imagem, a fixar-nos o pensamento no símbolo de um Arquétipo, levando-nos ao contacto com essa ideia primordial. Torna mais fácil essa tarefa, promovendo assim a concentração, a atenção, a imaginação e ainda a intuição, já que, no nosso dia-a-dia, as imagens e momentos seguem-se a uma velocidade muitas vezes inimiga da reflexão e da interiorização consciente.

No projecto a que chamei FOTOsophia, que estará brevemente em exposição, essa faculdade da fotografia é auxiliada por pensamentos de filósofos que penetram na ideia destacada pela respectiva imagem, convidando o observador a entrar pela porta do símbolo, rumo ao seu próprio interior, onde se encontra a essência de tudo. Assim, os Arquétipos, como apontou Jung (discípulo de Freud), são os modelos ou matrizes pelos quais se contrói a psique, estando também os Arquétipos Universais presentes no inconsciente colectivo da humanidade, sendo deste modo partilhados por todos os seres humanos. Por estes modelos universais podemos nós estruturar-nos internamente, pois a nossa psique não reflecte actualmente na sua perfeição estes modelos, estando desestruturada, dando assim origem aos inúmeros problemas que finalmente despontam como dor - o alarme universal que nos chama a despertar para a necessidade de por ordem na nossa estrutura interna.


Stelya Pereira